EdtechUECEFerramentas Educacionais Digitais19 de junho de 2026

INTEGRAÇÃO TECNOLÓGICA E SEQUÊNCIA FEDATHI: UM ESTUDO DE CASO COM AS FERRAMENTAS APRENDIZAP E GEOGEBRA NO ENSINO DE GEOMETRIA PLANA

Estudo qualitativo investiga a articulação pedagógica entre o uso de mensageiros (AprendiZAP) e software de geometria dinâmica (GeoGebra), fundamentada na metodologia Sequência Fedathi, para aprimorar o ensino de geometria plana e a formação de professores.

Inovação6/10
Aplicabilidade9/10
Potencial econômico7/10
MaturidadeMédia

Ideia de startup ou produto

Plataforma SaaS 'Chat-Based Learning' para matemática que orquestra automaticamente a Sequência Fedathi, integrando interações por chat (estilo WhatsApp) com visualizações dinâmicas incorporadas, focada em formação docente e ensino fundamental.

Aplicações práticas

Desenvolvimento de cursos de formação continuada para professores da rede básica; criação de kits de aula híbridos (presencial/mobile) para geometria; implementação de laboratórios de matemática digitais de baixo custo (via BYOD - Bring Your Own Device).

Potencial de mercado

Alto potencial no setor de EdTech, especialmente em soluções de 'Low-Tech/High-Touch' que utilizam dispositivos móveis já existentes (smartphones) para democratizar o acesso à educação de qualidade em STEAM.

Problema abordado

Dificuldades na visualização de conceitos geométricos, gestão ineficiente do tempo pedagógico e falta de preparação docente para integrar tecnologias digitais de forma coesa e pedagogicamente válida no currículo de matemática.

Metodologia

Estudo de caso qualitativo envolvendo 20 professores doutorandos em Ensino, que vivenciaram uma formação prática utilizando a Sequência Fedathi para integrar as ferramentas AprendiZAP e GeoGebra, analisando percepções e viabilidade didática.

Principais descobertas

A integração das ferramentas aumenta o engajamento e facilita a visualização dinâmica. A metodologia é considerada promissora para o Ensino Fundamental, embora a implementação efetiva enfrente barreiras técnicas e de infraestrutura de conectividade.

Abstract originalIdioma e formato da publicação de origem

Este artigo investiga, na perspectiva da formação docente, a articulação pedagógica entre as tecnologias digitais AprendiZAP e GeoGebra no ensino de matemática. O estudo destaca as percepções sobre o potencial dessas ferramentas para a gestão do tempo pedagógico e a promoção da visualização dinâmica de conceitos geométricos, com ênfase no ensino do perímetro de figuras planas. Adotou-se um estudo de caso qualitativo com 20 professores doutorandos em Ensino, que vivenciaram uma atividade formativa integrando AprendiZAP e GeoGebra. A partir dessa experiência, buscou-se analisar as percepções e os insights dos docentes sobre as potencialidades e os desafios da proposta, bem como provocar reflexões sobre a viabilidade futura da transposição didática desses recursos para turmas do Ensino Fundamental. A Sequência Fedathi (SF) fundamentou tanto o desenho da atividade quanto a análise das interações entre professores mediadores, participantes e tecnologias. Os resultados indicam que a articulação pedagógica AprendiZAP-GeoGebra, orientada pela SF, é percebida pelos docentes como uma estratégia promissora para o engajamento e a compreensão geométrica, embora exija atenção a desafios técnicos e de infraestrutura.

Matéria para leigosVersão editorial para divulgação pública

Para leigos: Unindo AprendiZAP e GeoGebra para melhorar o ensino de geometria

O cenário atual

O ensino de matemática, especificamente de geometria plana, enfrenta desafios para tornar os conceitos atraentes e compreensíveis. Educadores buscam estratégias para gerenciar melhor o tempo em sala de aula e promover a visualização dinâmica de ideias geométricas, como o cálculo de perímetros. O uso de tecnologias digitais surge como uma possibilidade para auxiliar nesse processo pedagógico.

O que os pesquisadores fizeram

Pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará (UECE) investigaram como combinar duas ferramentas digitais: o AprendiZAP e o GeoGebra. O estudo focou na perspectiva da formação docente. Eles realizaram um estudo de caso qualitativo envolvendo 20 professores que são doutorandos na área de Ensino. A atividade foi desenhada e analisada com base na Sequência Fedathi (SF), uma metodologia que orienta as interações em sala de aula.

Como funciona na prática

Os participantes vivenciaram uma atividade de formação que integrava o AprendiZAP e o GeoGebra. O objetivo central era trabalhar o ensino do perímetro de figuras planas. Os pesquisadores observaram as percepções desses docentes sobre as potencialidades e os desafios de usar essas tecnologias juntas. A Sequência Fedathi serviu como guia tanto para o desenho da tarefa quanto para a análise da interação entre os professores, os mediadores e as ferramentas tecnológicas.

Resultados e evidência

Os resultados indicam que a articulação pedagógica entre o AprendiZAP e o GeoGebra, orientada pela Sequência Fedathi, é vista como uma estratégia promissora. Os docentes participantes perceberam que a abordagem tem potencial para aumentar o engajamento dos alunos e auxiliar na compreensão de conceitos geométricos. No entanto, o estudo também ressalta que é preciso dar atenção a desafios técnicos e de infraestrutura para que a proposta funcione bem.

Implicações práticas

A pesquisa sugere que a integração dessas ferramentas pode ser viável para ser aplicada em turmas do Ensino Fundamental. Ela oferece um caminho para professores interessados em utilizar tecnologia para dinamizar o ensino de geometria e gerenciar o tempo pedagógico de forma mais eficaz. A experiência vivida pelos doutorandos serviu como base para refletir sobre como levar esses recursos para a educação básica.

Limitações e próximos passos

O paper não detalha limitações específicas da metodologia de pesquisa além de se tratar de um estudo de caso qualitativo com um grupo específico de doutorandos. Em relação aos próximos passos, o trabalho focou em provocar reflexões sobre a viabilidade futura da transposição didática desses recursos para o Ensino Fundamental. O paper não detalha datas ou novas fases de experimentação.

Quem são os pesquisadoresPerfil destilado da equipe por trás do paper

Quem são os pesquisadores

O estudo foi desenvolvido por autores vinculados à Universidade Estadual do Ceará (UECE). A equipe é composta por Renata Teófilo de Sousa, Rosalide Carvalho de Sousa, Milena Carolina dos Santos Mangueira, Daniel Brandão Menezes e Caroline de Góes Sampaio. O paper não informa detalhes sobre a formação acadêmica específica, títulos ou trajetória profissional anterior dos autores, limitando-se a apresentar seus nomes e a afiliação institucional na UECE no contexto desta pesquisa sobre integração tecnológica no ensino de matemática.

Leitura para gestão públicaComo esta pesquisa pode virar política

Adoção da metodologia integrada nos programas de formação continuada da SEDUC-CE ou secretarias municipais, modernizando o ensino de matemática pública sem necessidade de aquisição massiva de novos hardwares, aproveitando a penetração de celulares.

Quem, com quem,
e pra quê

Parceria UECE-Startup para validação pedagógica (Sequência Fedathi) de plataformas de ensino adaptativo, com foco em escalabilidade para redes públicas de ensino e editoras de material didático.

3 direções estratégicas identificadas

  1. Startup

    EduMobile Math Orchestrator

    Startup focada em criar um 'wrapper' tecnológico que guie professores e alunos através de metodologias ativas (como SF) usando apps de mensageria e visualização gráfica.

    Impacto médio · Edtech
  2. Política Pública

    Programa Estadual de Geometria Digital

    Política pública para capacitação de professores de matemática do 6º ao 9º ano, utilizando a abordagem AprendiZAP+GeoGebra para combater a evasão e baixa aprendizagem em exames como o SPAECE.

    Impacto alto · Govtech
  3. Parceria

    Laboratório de Inovação em Didática Digital

    Acordo de cooperação técnico-científica entre UECE e empresas de EdTech para testar e refinar ferramentas digitais sob a ótica da Sequência Fedathi antes do lançamento comercial.

    Impacto médio · Edtech